Veículos Eléctricos Híbridos (VEH)

» Tecnologia
Algumas das vantagens dos veículos híbridos tem como base as seguintes tecnologias:
» Vantagens
- Economia de 30% a 50% no consumo de combustível.
Plástico biodegradável
O plástico biodegradável foi fabricado utilizando-se óleos vegetais. Quando totalmente desenvolvido, ele poderá representar uma nova fonte de energia inclusive para ambientes domésticos.
"[...] nós conseguimos fazer um plástico a partir de óleos vegetais que tem propriedades extraordinárias, que incluem ser mais resistente e mais durável do que os polietilenos tradicionais. Além disso, o bioplástico pode ser colocado em um recipiente simples, onde ele é transformado com segurança em combustível líquido," explica Gross.
Plástico que vira combustível
Os benefícios de um bioplástico que pode ser transformado em combustível são duplamente importantes: além de diminuir a quantidade de embalagens plásticas que devem ser descartadas e jogadas em aterros sanitários, ele representará uma diminuição na demanda de combustível novo à base de petróleo.
A próxima fase da pesquisa envolverá a melhoria do processo de fabricação do novo plástico-combustível, atingindo níveis de custos que possam viabilizar sua produção em escala industrial.
Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115070412
Pesquisadores disponibilizaram na Internet um banco de dados contendo a maior coleção já feita de imagens do cérebro. E não apenas cérebros humanos, mas também cérebros de macacos, cães, gatos, camundongos e pássaros.
O site www.brainmaps.org contém os atlas digitais dos cérebros na mais alta resolução já construída, somando 50 terabytes de imagens e permitindo a exploração das profundezas cerebrais com um nível de detalhamento sem precedentes.
É possível ter-se desde uma visão geral até a visualização de detalhes muito precisos, como as conexões e os detalhes dos nervos. O site também disponibiliza ferramentas para navegação nas imagens e para analisar os dados do cérebro.
É um verdadeiro "Google Maps" do cérebro, na comparação de um dos seus criadores, o pesquisador Shawn Mikula.
Os mapas do cérebro em alta resolução irão permitir que os pesquisadores utilizem uma espécie de microscópio virtual para comparar cérebros sadios com outros, comparando a estrutura, a expressão genética e até a distribuição de diferentes proteínas.
"Eles irão pemitir um melhor entendimento da organização dos cérebros normais, e podem ajudar os pesquisadores na identificação de minúsculas anormalidades morfológicas e químicas por trás do Mal de Alzheimer, de Parkinson e outros doenças neurológicas," diz Mikula.
Fonte: Inovação Tecnológica
O robots japoneses têm figurado entre as principais estrelas da alta tecnologia há vários anos. E não é para menos, é do Japão que têm vindo, não apenas as mais recentes novidades nesta área, mas também aquelas que mais impressionam pelo nível técnico alcançado.
Agora é a vez do CapCel, um micro-robot que poderá ser inserido no interior do corpo humano e guiado remotamente para fazer tratamentos médicos, cirurgias ou simplesmente para fotografar áreas suspeitas ou lesionadas.
O minibot mede 2 centímetros de comprimento por 1 centímetro de diâmetro e é encapsulado num revestimento plástico biocompatível e facilmente esterilizável. Seu peso é de apenas 4,6 gramas, graças ao desenvolvimento de um circuito integrado que contém toda a parte electrónica num único chip.
Ao invés de controles remotos, que poderiam aumentar muito o seu tamanho, o CapCel move-se livremente no interior do corpo humano por meio de campos magnéticos aplicados externamente. Com essa solução, além de dar ao mini-robot a capacidade para fazer movimentos precisos, os cientistas aumentaram ao máximo a capacidade de equipamentos úteis que ele pode carregar.
Robot faz cirurgia
Embora a nano tecnologia aponte para a possibilidade, ainda que num futuro distante, de se construir robots microscópicos para inserção no corpo humano, o mais avançado robô médico que se aproxima desse conceito apresentado até agora deve ser engolido pelo paciente. Logo, sua actuação limita-se à região do trato gastrointestinal e unicamente para a captura de imagens.
"Este novo robot tem a capacidade para efectuar tratamentos no interior do corpo humano, eliminando a necessidade de cirurgia em alguns casos," diz o pesquisador Masaaki Makikawa.
Múltiplas funções
O Dr. Masaaki Makikawa, da Universidade Ritsumeikan, construiu nada menos do que cinco protótipos, cada um com uma funcionalidade diferente. Um possui uma câmara, outro um farol para iluminação e os outros são equipados com diferentes tipos de garras.
A equipe do Dr. Makikawa já testou o CapCel em animais inclusive actuando em conjunto: um robot fazia a iluminação do local, outro filmava, enquanto um terceiro fazia a colecta do tecido. Imagens de ressonância magnética tiradas antes da cirurgia robótica guiam a navegação do mini-robot.
Todas as informações captadas pelos robots são passadas para um computador por meio de um cabo de 2 milímetros de diâmetro. Além de meio de comunicação, o cabo serve também como garantia de segurança, na eventualidade de algum problema técnico que impeça que o robot volte sozinho ao local da incisão por onde ele foi inserido.
Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010180070307
As roupas espaciais dos astronautas poderão um dia ser recobertas com proteínas sensíveis ao movimento e poderão gerar eletricidade a partir do movimento dos astronautas, de acordo com uma pesquisa futurística que está sendo feita em um novo laboratório em Cambridge, Estados Unidos. Esses "peles geradoras de energia" poderão também ser utilizadas para revestir futuras bases humanas em Marte, onde elas poderão produzir energia a partir do vento marciano.
Todas as missões espaciais se debatem com a questão de como produzir energia suficiente para completar seus objectivos com um mínimo de peso de suas baterias e de seus painéis solares. A sonda espacial Novos Horizontes, que está a caminho de Plutão, por exemplo, funciona com apenas 240 watts de electricidade, fornecidos pelo calor do decaimento de isótopos radioactivos. E a Estação Espacial Internacional não poderá expandir seus aposentos enquanto mais painéis solares geradores de electricidade não forem adicionados.
Organismos biológicos, por outro lado, são geradores de electricidade ultra-eficientes. Agora, uma nova empresa emergente, a IntAct Labs, está pesquisando como domar as capacidades geradores de energia das formas de vida para aplicações espaciais.
Minúsculas vibrações
Eles estão focando sua atenção em uma proteína chamada prestina, que é encontrada nas células externas do ouvido humano. Nas membranas celulares dessas células, a prestina converte tensão elétrica em movimento, espichando e contraindo a célula. Esse movimento amplifica o som no ouvido.
Entretanto, a prestina também pode funcionar em modo reverso, produzindo cargas eléctricas em resposta a forças mecânicas, tais como minúsculas vibrações. Cada proteína somente é capaz de produzir nano watts de electricidade, mas Matthew Silver e Kranthi Vistakula, ambos do laboratório IntAct, acreditam que muitas proteínas utilizadas em conjunto poderão ser capazes de abastecer pequenos dispositivos ou ajudar a recarregar uma bateria.
No curto prazo, os pesquisadores esperam provar seu conceito utilizando a prestina para criar um minúsculo sensor de vibrações que poderá gerar uma carga elétrica detectável.
Mas eles afirmam que redes dessas proteínas poderão formar "peles de energia" para recobrir roupas espaciais, de forma que o movimento natural dos astronautas possa ser capaz de gerar electricidade para alimentar seus próprios equipamentos. As peles poderão revestir construções no planeta vermelho, onde rajadas de vento poderão ativar a prestina.
Para aumentar a condutividade, os pesquisadores afirmam que eles poderão até mesmo integrar certos tipos de micróbios nas peles geradoras de energia. A bactéria Geobacter espalha apêndices superficiais parecidos com pêlos, que já se demonstrou serem capazes de conduzir eletricidade para um eléctrodo (veja Bactéria produz nano fios condutores de electricidade). Seus pêlos poderão ser igualmente utilizados para transferir os electrões gerados pela prestina ao longo das peles de energia, diz Silver.
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Fonte: Tugatronica
A tecnologia foi desenvolvida especialmente na antiga União Soviética e, no Ocidente, no Brasil, onde uma empresa local, a “Grupo Garavello” investiu no projecto, mas sem sucesso. Actualmente, a Elsbett AG alemã continua a existir e com relativo sucesso nesta época de aumento explosivo do preço do Petróleo, adaptado para suportar vários combustíveis, razão pela qual é também conhecido como “motor multicombustíveis”. Estas empresas comercializam kits de conversão que podem ser instalados em qualquer veículo com motor diesel de modo a adaptá-lo para que possa funcionar exclusivamente com óleo vegetal.
A empresa opera desde a década de oitenta, comercializando o seu motor Elko, de invenção do seu fundador, o engenheiro Ludwig Elsbett, o qual nas palavras do fabricante “é um motor de ciclo diesel semi-adiabático optimizado para funcionar com quase todos os tipos de combustíveis, sem alterações.”
Actualmente, em toda a Europa, haverá mais de 20 mil veículos transformados e usando quase exclusivamente óleos vegetais comuns (sobretudo Óleo de Colza) abastecidos “em casa” ou através de uma rede de camiões com reservatórios de mil litros.
Em termos de custos, estes podem ser consultados aqui, mas, por exemplo, um upgrade a motores TDI da Volksragen (Audi, Skoda, Seat, Volvo, etc) ou a um motor dTu da Renault ficaria em 1700 euros + IVA, um valor que desce para 1300 euros se fôr escolhido o kit de conversão da Greasecar…
O uso massivo de óleos vegetais é uma opção muito séria e antiga (de facto, o próprio inventor do motor Diesel, o engenheiro alemão Rudolf concebeu o seu motor para funcionar apenas a óleo de amendoim… e isto em 1870…). Devia portanto ser seriamente considerada pelo nosso país e pelos nossos governantes… Seria uma fonte potencial de independência energética num país cronicamente dependente das importações de petróleo, reduziria significativamente as emissões de Carbono que vão levar ao pagamento de multas no âmbito do Tratado de Quioto, e, sobretudo, poderiam reanimar a vida do Campo, induzindo ao regresso aos campos, criando emprego, sustentabilidade regional e poderia, inclusivé, transformar Portugal num… Exportador de combustíveis.
Para saber mais:
http://www.noendpress.com/caleb/biodiesel/index.php
http://www.emnw.org/emnw-vgo.html
http://www.switchbiofuels.com/category/history/
Pois bem, foi o que fizeram ontem os docentes e alunos de Química da Escola Secundária Alfredo dos Reis Silveira, no Seixal, em conjunto com a Quercus, para demonstrar que existem alternativas para a reutilização dos óleos usados.
Este processo químico chama-se transesterificação e já está em prática em vários países da Europa há muito tempo, mas em Portugal ainda é um método artesanal. O óleo é filtrado em vácuo, ao mesmo tempo que é preparada uma solução de metanol com soda cáustica, que será misturada com o óleo limpo. Ao fim de uma hora de agitação deste preparado, as moléculas de metanol tomam o lugar da glicerina presente no óleo e formam o biodiesel. A glicerina, por sua vez, pode ser usada para fazer sabões ou para outras aplicações nas áreas da cosmética e da perfumaria.
Para além da vantagem de ser a reutilização de um resíduo perigoso, o biodiesel não contribui para o aumento das emissões de dióxido de carbono, responsável pelo efeito de estufa, nem de dióxido de enxofre, que está na origem das chuvas ácidas.
O biodiesel produzido na escola é misturado a 20 % com o gasóleo, mas numa instalação mais sofisticada é possível assegurar níveis de qualidade para utilizar este combustível a 100 por cento, como acontece na Alemanha. Em 2000, foram produzidas na Europa um milhão e duzentas mil toneladas, com a Alemanha a garantir sozinha 415 mil toneladas. Em França, o gasóleo vendido nas estações de serviço já contém cinco por cento de biodiesel, enquanto em Espanha foram criadas três fábricas para a produção deste combustível. Portugal e Grécia são os únicos países da União Europeia que ainda não tomaram iniciativas nesta matéria. Nem devem tomar tão cedo, pois não dá dinheiro ao estado. Alguns políticos já demonstraram que a ideia do biodiesel os assusta, pois ainda lhes trocam os Mercedes por máquinas de fritar batatas com rodas.